Monday, January 7, 2008


eu não sou uma investigadora excelente como a juss, não me consigo perder em blogs de perder a cabeça recheados com coisas bonitas e tão apetecíveis - não me consigo perder porque também não consigo lá entrar: são labirintos.

a minha perdição, e salvação, têm sido uns filmes que vou vendo (em boa companhia) e, cheia de sorte, e que resgatam o meu bom senso de um universo de filmes com carros e perseguições, caminhos, estradas. um universo jeitoso, apetitoso mas da esfera do trabalho - um turn-off lixado.

mas acho que ainda irei escrever sobre estes filmes, pelo menos o do powell.
se calhar, devia estar a estudar um pacote fixe de filmes de amor.
agora, quase tudo parece melhor.





1 comentários:

joão January 8, 2008 at 4:23 AM  

emeric pressburger (para michael powell): "sempre quis fazer um filme sobre uma rapariga que quer ir a uma ilha. No fim da viagem está tão próxima que pode ver claramente as pessoas na ilha, mas uma tempestade impede-a de lá chegar, e quando amaina ela já não sente vontade de ir para lá, porque a vida dela transformou-se depressa, da forma como se transforma a vida das raparigas." a ironia linda deste filme é que ela afinal não sabia para onde ia, e precisou de fazer toda aquela viagem para descobrir o verdadeiro destino. e, bem vistas as coisas, ele também julgava que sabia para onde ia, mas...

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