Monday, January 16, 2012

escrevi há 4 dias, sem fechar:


finalmente acalmei.

(dois dias antes da passagem do ano, fiquei a saber que o "recurso" que interpus na fct tinha resultado e que iria ser contemplada com uma bolsa por 3 anos, a ganhar o suficiente para poupar e ter uma vida boa em tempo de crise.)
(...)
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escrevi há 2 dias, sem conseguir mesmo fechar:

não acontece muito ficar sem palavras com coisas boas. é um mini teatrinho interior que geralmente descamba em lágrimas, e hoje quando a sónia me deu o livrão sobre um fotógrafo de eleição dela na salinha do fábulas lá procedi eu à minha tão íntima performance encalorada e desatei a chorar, e a pedir que se calasse por favor. a sónia é alguém que invoca baleeiras quando eu preciso de ouvir força, filipa! e saio destas coisas a sentir-me aquela senhora que no música(...)

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escrevi há minutos, no último dia desta semana:

não há semanas iguais, não há meses iguais.
nunca esquecer, filipa. nunca esquecer.
o turbilhão está por dentro ou por fora?
se assim não fosse que sentido faria?
ontem senti falta da chuva, eu que estou dentro de uma onda.


2 comentários:

Ana Rute Oliveira Cavaco January 21, 2012 at 2:27 PM  

muá!

Anonymous January 26, 2012 at 11:43 PM  

Há coisas que não é mesmo suposto fecharem-se, mas ficarem entreabertas, como que a latejar, tal como as flores se abrem e fecham continuamente.

Agarra-te ao remo e força!


S.

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