Monday, December 1, 2008

ao contrário da ju, ou do desenho que a ju postou, não estou stuck, deveria até estar um bocadinho mas não estou. de amanhã a uma semana, dar-se-á o regresso. apetece-me dar um abraço forte a cada uma das minhas pessoas, as tais que viveram as mudanças todas nas suas vidas. tenho curiosidade em saber como estão as vidinhas de todos, se tudo mudou para que tudo fique na mesma ou se, in fact, há realmente alteração. (na vida de algumas, sei bem que sim.) eu tenho saudades de muita coisa, mas é uma saudadinha leve e simpática. se essa saudade fizesse um braço de ferro com a vontade que tenho de continuar por aqui, perderia. a cidade é viciante, aqui o acesso às coisas do meu coração é tão mais facilitado, o trabalho tem sido feito. passei muito tempo sentadinha na labuta e o tamanho do meu rabiosque é disso prova. n fui a muitos museus, fui a alguns concertos e fui imenso ao cinema. vi realizadores maravilhosos à frente e a minha cabeça ganhou uma outra percepção desta coisa dos filmes. não me livro da sensação de ser uma pulguinha pequenina a picar territórios infinitos de ideias, mas já cá canta mais conhecimentozinho. comi coisas novas e bebi pouco, porque é caro. comi muitos muitos doces. nadei menos. (e o tamanho do meu rabiosque também é disso prova.) revi caras, assisti a uma cadeira maravilhosa dada por um professor maravilhoso. voltei a sítios e conheci outros que criaram em mim vontade de a eles voltar. não comprei muitos cd's, mas comprei bastantes dvd's. se pudesse morava no cinema americano dos anos 70, mas seria triste. vi um filme que fez a ponte toda entre a minha paranóia (a mais antiga) com os 60's e 70's e o tema da minha tese, deu alguma closure a um fio condutor qualquer, chama-se alice's restaurant e é do arthur penn, o realizador do bonnie and clyde.
eu, se pudesse, ficaria. como não posso, penso no mais. galões e tostas de queijos, sobrinhos a treparem por mim acima, melgar os meus irmãos, passeios com o jp no carro dele a ouvir qualquer coisa a caminho de um sítio qualquer, as caras e as vozes e o toque de toda a gente. a pessoa não se pode pôr com muitas merdas. eu continuo a agradecer a minha sorte, eu sinto-me agradecida.
tanta medida tirada não me deixa cair dentro do capítulo. volto a ele.

2 comentários:

Catarina December 2, 2008 at 3:49 AM  

Chipa cocozinhaaaa...prepara-te que eles "tão cheios de fome da tia"
vais-te passar ;-)

Maria João December 6, 2008 at 10:58 AM  

sôdadi

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