Um dia...
Um dia irei ter um poster da Debbie Carlos pendurado por cima da cama...
Um dia irei ter um poster da Debbie Carlos pendurado por cima da cama...
Publicada por Ju em 6:06 PM 0 comentários
sapalinho, não fiques triste. tenho um bebé na barriga, estou entre trabalhos, há alguma roupa para dobrar, muito que arrumar e às vezes na cabeça perco a noção do que interessa no momento.
Publicada por Filipa Rosário em 3:19 PM 1 comentários
Às quintas-feiras, por voltas das 10h da noite (mais coisa, menos coisa), poderão encontrar-me a cantar com sentimento esta musiquinha algures perto da secção dos frescos do Continente de Telheiras. Há uns anos acontecia a mesma coisa com o The King Of Rock 'N' Roll dos Prefab Sprout e, já mais recentemente, com o New York City Boy dos Pet shop Boys (aparentemente o Continente não só é regular na musica que coloca, como só muda a banda sonora ao fim de uns meses). Não ouvindo rádio, os meus únicos momentos de nostalgia musical passam-se durante as compras da semana (ou como diz o Afonso sempre que me encontra a cantar num dos corredores, "ninguém gosta tanto de música de supermercado como tu").
Publicada por Ju em 7:42 PM 0 comentários
Etiquetas: música
ontem acabei o livro do herzog, o diário de uma caminhada de 500kms, rumo a paris. o que mais me impressiona naquele texto não é o facto de ele não ter desistido depois dos primeiros nevões e chuvadas fortes, até porque a viagem poderia ter sido feita de avião. então, a natureza da viagem é já à herzog. aquilo que de facto me espanta e comove são as impressões que tem da paisagem e do tempo e do lugar dele mesmo ali, ele é um animal, ele é um caminho. é espectacular!!
todos os dias caminho uma hora por uma estrada de onde só se vêem montes e árvores. também fico sentada umas horas valentes à lareira, a olhar para a lenha a transformar-se, hipnotizada. do pátio não se vê muito céu, o que se contrapõe ao horizonte seguro e constante que lá do fundo encerra esta casa e esta terra. mas mesmo assim, o céu que do pátio se vê tem tantas mas tantas estrelas.
adorava ser pró-activa, é que adorava mesmo.
Publicada por Filipa Rosário em 7:28 AM 1 comentários
Publicada por Filipa Rosário em 8:33 AM 1 comentários
Publicada por Filipa Rosário em 7:14 AM 1 comentários
alterações bruscas são violentas, mesmo quando efectivamente não se sinta, apenas pressinta, a força dessa violência toda.
Publicada por Filipa Rosário em 8:43 AM 0 comentários
escrevi há 4 dias, sem fechar:
Publicada por Filipa Rosário em 1:54 AM 2 comentários
o bob dylan abre aquela música maravilhosa a dizer não é mesmo coisas da noite/pregar-nos partidas quando tentamos estar tão quietos?. eu amo esta música mas no fundo eu detesto-a, ou detesto os versos da abertura que fixam o tom angustiante e solitário do resto da canção porque a angústia e a solidão dão-me calafrios, são tudo o que eu não quero, sobretudo de noite que é quando estou a tentar estar tão quietinha.
Publicada por Filipa Rosário em 7:41 AM 2 comentários
Publicada por Filipa Rosário em 4:40 PM 2 comentários
Publicada por Filipa Rosário em 9:52 AM 2 comentários
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